4apresentações
Casas de repouso e ILPIs
Pessoas idosas em instituições de longa permanência. Concertos de 30 a 40 minutos, com espaço para lembranças musicais.
Projeto cultural · Cuiabá – MT · 2027
Circuito gratuito de concertos com quarteto de cordas em casas de repouso, instituições de acolhimento e hospitais de Cuiabá.
10concertos gratuitos em instituições de Cuiabá
01 · O projeto
Cordas que acolhem é um circuito gratuito de concertos com quarteto de cordas em instituições de longa permanência e casas de repouso, instituições de acolhimento ou recuperação e hospitais e espaços de saúde de Cuiabá.
O repertório une música sacra e cristã a arranjos ligados à memória musical cuiabana, com breves conversas sobre os instrumentos, as obras e suas histórias — e espaço para o público participar.
“Quero levar a música para aqueles que não têm acesso: idosos, pessoas em hospitais, clínicas, casas de recuperação.”
01 · Objetivos
Promover acolhimento, bem-estar emocional e valorização das memórias afetivas de pessoas idosas, pacientes e pessoas em acolhimento, por meio de apresentações musicais gratuitas.
Apresentações gratuitas em instituições para idosos, hospitais e espaços de acolhimento, respeitando as condições de cada participante.
Momentos de companhia, escuta e interação que ajudam a amenizar a solidão e favorecem o bem-estar emocional.
Repertório ligado à cultura cuiabana e às histórias de vida dos participantes, estimulando lembranças e pertencimento.
01 · Público
Pessoas que enfrentam barreiras para frequentar eventos culturais, de diferentes origens e crenças, sem exigência de conhecimento musical.
4apresentações
Pessoas idosas em instituições de longa permanência. Concertos de 30 a 40 minutos, com espaço para lembranças musicais.
3apresentações
Pessoas em instituições de acolhimento ou recuperação. Concertos de 30 a 40 minutos.
3apresentações
Pacientes e acompanhantes, em ambientes definidos pela instituição. Apresentações de 25 a 35 minutos.
Também participam familiares, cuidadores e profissionais das instituições. Os locais serão definidos na articulação do projeto, conforme a disponibilidade de cada instituição.
02 · Formato
Um mesmo espetáculo, com duração e interação adaptadas a cada lugar.
O quarteto vai até a instituição. Espaço, horário e duração são combinados com a equipe local.
Repertório de fé e acolhimento, apresentado com respeito às diferentes crenças dos participantes.
Ao menos uma música ligada à cultura de Cuiabá em cada apresentação, para despertar lembranças.
Breves falas sobre os instrumentos, as obras e suas histórias, com espaço para as lembranças do público.
Duração
30 a 40 minutos em casas de repouso e instituições de acolhimento; 25 a 35 minutos em hospitais e espaços de saúde. O objetivo é cultural, sem atendimento clínico ou musicoterapia.
02 · Repertório
Arranjos encomendados e contextualizados nas apresentações, com crédito e remuneração aos envolvidos.
Diálogo com compositores cuiabanos e com hinos e canções presentes na trajetória dos participantes.
O registro do Iphan sobre a viola de cocho, o cururu e o siriri orienta a pesquisa de referências locais, sem equiparar essas tradições ao quarteto.
As escolhas respeitam a identidade artística do grupo e as tradições abordadas, com verificação dos direitos de uso das obras.
02 · Acessibilidade
As atividades acontecem nos próprios locais de acolhimento e cuidado, combinadas com as equipes das instituições.
As apresentações acontecem onde o público vive ou é atendido, sem deslocamento.
Músicas e instrumentos apresentados de forma acessível, sem exigir conhecimento musical.
Duração, volume e posição dos músicos ajustados ao conforto e à sensibilidade do público.
Cada pessoa participa no seu ritmo, com respeito às diferentes crenças e condições.
Fotos, vídeos e depoimentos apenas com autorização, sem coletar dados sensíveis.
Todas as apresentações são gratuitas para o público atendido.
03 · Planejamento
Cinco metas para realizar, documentar e prestar contas do projeto.
Em casas de repouso, instituições de acolhimento e espaços de saúde.
Para definir o repertório e alinhar a equipe musical.
Com ao menos uma música regional em cada apresentação.
Locais, datas e público estimado, com respeito à privacidade.
Atividades, público alcançado e registros, para a prestação de contas.
03 · Cronograma
De 1º de fevereiro a 1º de maio de 2027.
Planejamento01/02 – 15/02
Preparação musical08/02 – 28/02
Divulgação01/02 – 01/05
Apresentações – 1ª etapa01/03 – 20/03
Apresentações – 2ª etapa21/03 – 20/04
Registro das atividades01/03 – 25/04
Relatório final21/04 – 01/05
04 · Gestor do projeto
Violoncelista, professor de música e de gestão de projetos.
Toca violoncelo desde 2017 na Baixada Cuiabana. Iniciou no projeto UFMT com a Corda Toda e seguiu no Instituto Ciranda, integrando a Orquestra Jovem Ciranda Mundo e o II Festival Ciranda Mundo. Estudou com Helen Carvalho, Bárbara Sol e Thieres Brandini.
Coordena etapas, cronograma e orçamento, articula a equipe musical com as instituições e reúne os registros e o relatório final.
04 · Quem faz
Músicos com trajetória em igrejas, orquestras e projetos de ensino musical da região.

Violoncelo · Gestor
Violoncelista desde 2017, professor de violoncelo e primeiro violoncelo na igreja ADNA.

Violino
Violinista desde os 8 anos, professora de violino e integrante da Orquestra Asafe (ADNA).

Violino
Violinista desde 2019, aperfeiçoou-se com a professora Glesiane e o professor Otoniel.

Viola
Violista e violoncelista, estudou no Colégio São Gonçalo e toca na Orquestra Asafe (ADNA).
04 · Trajetória
Toque em uma foto para ampliar.
Integrantes do quarteto em apresentações na Assembleia de Deus Nova Aliança (ADNA), em Cuiabá. Imagens: ADNA TV e ADNA Central.
05 · Contato
Roney Petherson · Gestor do projeto e violoncelista